domingo, 24 de abril de 2011





Pode um ser querer mais o que não pode ter?
Pode um ser, ser mais do que o faz querer?
Da angustia ao mau prazer...

sexta-feira, 22 de abril de 2011


Vivendo a impureza do amor e o prazer do rancor.

Imensidão negra







Á noite, com toda sua grandeza a nenhum despreza,
Envolve e acalenta almas.
E aquele belíssimo firmamento estrelar,
Imensidão negra, coisa sem par.
Cúmplice de amante, amante do mar. 

Memorias


Noite! Da minha janela estou a observa estrelas, ao fundo o bom som de Mika, e na mente imagens daquele nosso louco sonho, de um dia nublado e a ponte no meio da imensidão azul.
Lembro-me dos momentos em que me fez rir, das vezes que chorei e você se pôs a me consolar.
O tempo nos afastou sentir por isso, guardei em mim as melhores recordações daquilo que nunca foi vivido.
Confesso nas entrelinhas que ainda vivo a pensar em ti.
O tempo passou, passa e continuará a passar mais esse amor não poderei jamais enterra, mais os sonhos que sonhei ao seu lado, sei que não poderei realizar.
Fecho os olhos e vou te encontra.

Vida sem vida


Na confusão da minha alma
Busco um rumo a seguir,
Procuro um curso certo
Pessoas certas.

Fecho os olhos a noite já vai,
E mais uma vez junto ao sol,
Faz nascer em mim á agonia.

Nada me traz paz,
O que antes me fez rir
Hoje faz chora,
Nada esta igual,
Não consigo respirar.

Prejudico e afasto todos que amo,
Se é que os amo,
Os meus sonhos se tornaram ilusão.

Virei um ser inanimável,
Quase um desenho animado
A espera de comando.
Dia e noite, sem vida...
Num deserto de agonia.

Conflitos internos

Hoje, sinto-me confusa...
Agonia, impaciência, essa nostalgia.
Conflitos da alma, perseguições na mente...
Crises existências, ventanias passageiras.
Prossigo, recuo, fico ao vácuo.
Sinto-me viva, anseio a morte, sossego.
Nesse vai e vem vejo a vida que nunca foi minha passar.

Existencia

Tente pegar o vento.
Respire, inspire.
Observe o tempo passar.
Analise esse sistema capitalista.
Busque, lute, evolua.
Viva e se faça existir,
Pois cada ser so será uma vez.          (D.M)