Extraiu aquilo que desejava. Ao receber o mau, criticava. Ao receber o bem, elogiava. Aos poucos me tornei um ser por temporadas, vivia de fases, incertas e complexas, mais vivia.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Percebi que a única pessoa que poderia cuidar de minhas feridas era eu mesma, decorava meu rosto com um sorriso sem alegria, isso talvez me fizesse bem... Da estranha a perturbada, de tudo me taxava. Minhas crises de identidade, minhas lutas mentais... E o mesmo caos interno, assombrava fielmente meu ser... Deixe-me aqui contado os dias pro meu descanso final, o dia que repousarei minha cabeça, e vagarei livremente... Sem complicar os pensamentos.
domingo, 8 de maio de 2011
Não é a normalidade que me atrai,
Nem o consumismo,
Nada disso me traz paz, prazer, amor...
Gosto do raro, do complicado, daquilo que os seres superficiais não são capazes de compreender...
Da vida desejo algo mais que amor, ate um rancor.
Quero que a insanidade vá ate o meu cérebro e me arraste ate o fim, fim daqui... Do mundo, da li... O fim da vida que ah em me...
Mulher insana.
Nem o consumismo,
Nada disso me traz paz, prazer, amor...
Gosto do raro, do complicado, daquilo que os seres superficiais não são capazes de compreender...
Da vida desejo algo mais que amor, ate um rancor.
Quero que a insanidade vá ate o meu cérebro e me arraste ate o fim, fim daqui... Do mundo, da li... O fim da vida que ah em me...
Mulher insana.
sábado, 7 de maio de 2011
Mika, The Cranberries, Epica... Para me o mais belo som... Da música boa a ruim, gosto de ficar no meu canto a observar. Finais de semana trancada em meu quarto... Cai a ficha da superficialidade deste mundo... Gosto de pensar que a ruindade não existe, e que não passa de algo inventado por cérebros doentios, me apego fácil a quem nem conheço direito. Observar cada pingo de chuva ou sentir os raios do sol entrando em meus poros me deixa contente... Gosto de músicas barulhentas e da calmaria que as musicas de adoração traz ao meu espírito... Gosto do silêncio absoluto, do barulho da minha mente, do canto dos pássaros, do assovia do vento, da folhas ao relento...
Converso comigo mesma, me escondo do mundo. Sonho com o impossível, sinto falta do infinito. Sou injusta. Não resisto à tentação de um chocolate.
Nem gosto tanto de festas, baladas... Mais em dias tristes anseio a alegria que trazem. Sinto saudade e nego.
As minhas lagrimas caem quando ninguém esta por perto, mais na frente de todos tenho um sorriso estampado em meu rosto.
O meu estilo despojado, havaianas, jeans rasgado... Traz a minha possível felicidade...
Toco nas estrelas, vou ate a lua... O mundo que eu mesma criei. Olho o amanhã sem muitas expectativas.
Sou agressiva, mal educada, ignorante.
Livros, minha inspiração. Organizada por fora, desorganizada por dentro, esse caos interno.
Veneração pela noite, o mar... a imensidão, dia azul. Arrependo-me de besteiras que fiz, e das que não fiz.
Gosto de quebrar a cara só pra ter o prazer de sentar ao fim da tarde e lamentar. Não sei, nem nunca soube de nada.
Encho a bolsa de esperança, e amor próprio... Distribuo.
Gosto de falar de me, dos outros, enfim... Gosto da escuridão, do silêncio sem fim... Gosto da ventania, paz, calmaria. Falo dos meus gostos como se um ser, humano igual a me, fosse capaz de compreender o que se passa em meu mundo, enfim. D.M
domingo, 24 de abril de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Imensidão negra
Á noite, com toda sua grandeza a nenhum despreza,
Envolve e acalenta almas.
E aquele belíssimo firmamento estrelar,
Imensidão negra, coisa sem par.
Cúmplice de amante, amante do mar.
Memorias
Noite! Da minha janela estou a observa estrelas, ao fundo o bom som de Mika, e na mente imagens daquele nosso louco sonho, de um dia nublado e a ponte no meio da imensidão azul.
Lembro-me dos momentos em que me fez rir, das vezes que chorei e você se pôs a me consolar.
O tempo nos afastou sentir por isso, guardei em mim as melhores recordações daquilo que nunca foi vivido.
Confesso nas entrelinhas que ainda vivo a pensar em ti.
O tempo passou, passa e continuará a passar mais esse amor não poderei jamais enterra, mais os sonhos que sonhei ao seu lado, sei que não poderei realizar.
Fecho os olhos e vou te encontra.
Vida sem vida
Na confusão da minha alma
Busco um rumo a seguir,
Procuro um curso certo
Pessoas certas.
Fecho os olhos a noite já vai,
E mais uma vez junto ao sol,
Faz nascer em mim á agonia.
Nada me traz paz,
O que antes me fez rir
Hoje faz chora,
Nada esta igual,
Não consigo respirar.
Prejudico e afasto todos que amo,
Se é que os amo,
Os meus sonhos se tornaram ilusão.
Virei um ser inanimável,
Quase um desenho animado
A espera de comando.
Dia e noite, sem vida...
Num deserto de agonia.
Conflitos internos
Hoje, sinto-me confusa...
Agonia, impaciência, essa nostalgia.
Conflitos da alma, perseguições na mente...
Crises existências, ventanias passageiras.
Prossigo, recuo, fico ao vácuo.
Sinto-me viva, anseio a morte, sossego.
Nesse vai e vem vejo a vida que nunca foi minha passar.
Agonia, impaciência, essa nostalgia.
Conflitos da alma, perseguições na mente...
Crises existências, ventanias passageiras.
Prossigo, recuo, fico ao vácuo.
Sinto-me viva, anseio a morte, sossego.
Nesse vai e vem vejo a vida que nunca foi minha passar.
Existencia
Tente pegar o vento.
Respire, inspire.
Observe o tempo passar.
Analise esse sistema capitalista.
Busque, lute, evolua.
Viva e se faça existir,
Pois cada ser so será uma vez. (D.M)
Respire, inspire.
Observe o tempo passar.
Analise esse sistema capitalista.
Busque, lute, evolua.
Viva e se faça existir,
Pois cada ser so será uma vez. (D.M)
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