domingo, 8 de maio de 2011

Eu quis mudar... Pra pior. :/

Acham que possuem o domínio do meu ser e que sabem tudo que se passar em me... Tolos!

Ela queria viver o amor com alguém que vivia em sua mente, apenas em sua mente.
Não é a normalidade que me atrai, 
Nem o consumismo,
Nada disso me traz paz, prazer, amor... 

Gosto do raro, do complicado, daquilo que os seres superficiais não são capazes de compreender...

Da vida desejo algo mais que amor, ate um rancor.
Quero que a insanidade vá ate o meu cérebro e me arraste ate o fim,  fim daqui... Do mundo, da li... O fim da vida que ah em me...  
Mulher insana.

sábado, 7 de maio de 2011

Já foi Amada, 
Desprezada... Mais nunca ignorada.


Mika, The Cranberries, Epica... Para me o mais belo som... Da música boa a ruim, gosto de ficar no meu canto a observar. Finais de semana trancada em meu quarto... Cai a ficha da superficialidade deste mundo... Gosto de pensar que a ruindade não existe, e que não passa de algo inventado por cérebros doentios, me apego fácil a quem nem conheço direito. Observar cada pingo de chuva ou sentir os raios do sol entrando em meus poros me deixa contente... Gosto de músicas barulhentas e da calmaria que as musicas de adoração traz ao meu espírito... Gosto do silêncio absoluto, do barulho da minha mente, do canto dos pássaros, do assovia do vento, da folhas ao relento...
Converso comigo mesma, me escondo do mundo. Sonho com o impossível, sinto falta do infinito. Sou injusta. Não resisto à tentação de um chocolate.
Nem gosto tanto de festas, baladas... Mais em dias tristes anseio a alegria que trazem. Sinto saudade e nego.
As minhas lagrimas caem quando ninguém esta por perto, mais na frente de todos tenho um sorriso estampado em meu rosto.
O meu estilo despojado, havaianas, jeans rasgado... Traz a minha possível felicidade...
Toco nas estrelas, vou ate a lua... O mundo que eu mesma criei. Olho o amanhã sem muitas expectativas.
Sou agressiva, mal educada, ignorante.
Livros, minha inspiração. Organizada por fora, desorganizada por dentro, esse caos interno.
Veneração pela noite, o mar... a imensidão, dia azul. Arrependo-me de besteiras que fiz, e das que não fiz.
Gosto de quebrar a cara só pra ter o prazer de sentar ao fim da tarde e lamentar. Não sei, nem nunca soube de nada.
Encho a bolsa de esperança, e amor próprio... Distribuo.
Gosto de falar de me, dos outros, enfim... Gosto da escuridão, do silêncio sem fim... Gosto da ventania, paz, calmaria. Falo dos meus gostos como se um ser, humano igual a me, fosse capaz de compreender o que se passa em meu mundo, enfim.       D.M

domingo, 24 de abril de 2011





Pode um ser querer mais o que não pode ter?
Pode um ser, ser mais do que o faz querer?
Da angustia ao mau prazer...